5 de Outubro de 2011



a memória é um lugar incrível... poderoso
a minha memória guarda um futuro diferente daquele que o destino já traçou
a little insane maybe, alternativo, numa promíscua e genial fusão daquilo que sou: campo/cidade; verão/inverno; metal/clássica (como aí acima); calmo/vulcânico... assim se funciona com o maior dos equilíbrios negando qualquer tipo de afirmação presunçosa de uma qualquer identidade. não, não é. esta identidade necessita de tudo, de consumir e partilhar todas de todas as diferenças, ao contrário dos que são fixos e imutáveis num mundo em constante mutação, que se altera e que pede os que nele habitam para se adaptarem. não, não se adaptam. e continuam a rezar ao Deus da guerra para que a fortuna e a fama seja critério de inclusão e representatividade seu no mundo.
viver não é uma opção, é uma alternativa a estar morto, o que não significa necessariamente que se viva... vai-se tentando, ou vai-se imitando, ou seja... é estar morto com o mesencéfalo a funcionar.
boa noite, ainda não me apetece acabar este post. vou comer bolo de bolacha ao lais.

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